A forma de aplicação do Plano Nacional de Banda Larga não está agradando as operadoras e especialistas de telecomunicações. As críticas surgiram devido à maneira de execução do projeto, implantado em cidades que já ofereciam o serviço.
Segundo especialistas, a ação impede investimentos do setor privado e causa distorção no mercado. As operadoras em telecomunicações colocam-se como melhor opção no mercado para massificação da banda larga e demais serviços.
O presidente da Telebrás, Rogério Santanna, não concordou com as críticas. "A presença das operadoras nas cidades anunciadas é virtual, pois em mais de 50% o acesso é inferior a 0,19%, ou seja, em cada mil pessoas, só uma tem acesso à banda larga", declarou Santanna ao portal da revista Teletime.