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SINTETEL marca presença em lançamento de campanha permanente da CUT no Combate ao Feminicídio

Por meio do convite ao Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais, o SINTETEL esteve presente ao lançamento da Campanha Permanente da CUT no Combate ao Feminicídio – “Pela vida das mulheres, a luta é de todos”. Maria Edna Medeiros, secretária da Mulher do Sindicato, reforçou o compromisso da entidade com a defesa da vida das mulheres e o combate à violência de gênero. O evento aconteceu na última quarta-feira (13/05), na sede da CUT, em São Paulo.

A atividade reuniu lideranças do movimento sindical e contou com a participação da ministra das Mulheres, Márcia Lopes, que integrou a mesa de abertura.

Na ocasião, a ministra destacou as ações do governo federal no enfrentamento à violência contra as mulheres. Durante o encontro, foi apresentado o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, iniciativa lançada pelo presidente Lula que reúne ações integradas entre os poderes públicos para prevenir, combater e enfrentar a violência de gênero. Márcia Lopes ressaltou que a transformação cultural é um dos maiores desafios para avançar no combate ao feminicídio, ao lado do fortalecimento da rede de proteção às mulheres e da punição aos agressores. Também reforçou que a luta contra a violência não deve ser responsabilidade apenas das mulheres, destacando a necessidade do envolvimento de toda a sociedade.

Outro momento importante do seminário foi o lançamento da campanha permanente da CUT: “Pela vida das mulheres, a luta é de todos”, iniciativa que busca ampliar a conscientização e fortalecer a mobilização sindical em defesa das mulheres.

Para Maria Edna, secretária da Mulher do SINTETEL, “a participação do SINTETEL reafirma o compromisso político do Sindicato em transformar o combate à violência de gênero em uma ação permanente da categoria. A proposta é ampliar o debate durante as campanhas salariais, nos locais de trabalho e nos espaços de organização da classe trabalhadora, incorporando a luta contra o feminicídio ao cotidiano sindical por meio da formação, acolhimento, negociação coletiva e mobilização social.”, conclui.