Estamos cobrando o agendamento de uma nova reunião, mas a empresa afirma que não tem nenhuma proposta nova para apresentar.
Destacamos que o INPC, índice utilizado nas negociações, fechou em 3,98%. Esse número é inferior ao do ano passado, que foi de 5,05%. Esse é o argumento da empresa para apresentar uma proposta menor do que a de 2025.
Acompanhamos de perto os excelentes resultados financeiros da VIVO e temos certeza de que ela tem condições de melhorar a última proposta, principalmente na aplicação do INPC do período e no valor do abono salarial.
Os trabalhadores são os responsáveis pela riqueza produzida para os acionistas da VIVO e merecem que uma parte dela seja repartida com eles.
Por isso, recusamos a última proposta, descrita abaixo e insistimos em melhorias.
Reajuste salarial: 3,70% em agosto/27.
Abono salarial: 64% do salário base, com mínimo de R$ 1.450. Pagamento em novembro/26.
Pisos salariais: 3,50% em agosto/27.
VR/VA:
• Administrativo: 3,98%.
• Lojas, campo e atendimento: 5,5%.
• Reajuste em abril/27, com abono de R$ 470. Pagamento em novembro/26.
Auxílio creche/babá das lojas: R$ 500, a partir de 1º de abril de 2027.
Demais benefícios: 3,50% em abril/27, com exceção da locação de veículo, que será em agosto/27.
Mudança na jornada de trabalho na área de campo: os trabalhadores, inclusive supervisores, terão a jornada distribuída de segunda-feira a domingo. O domingo passa a ser um dia normal, sem o respectivo adicional legal, ou seja, significa perda financeira.
O SINTETEL já deixou claro que não aceitará precarizações. Nossa luta é por melhores condições financeiras e qualidade de vida.
A luta continua por uma proposta financeira melhor, pela equalização dos benefícios, sem precarização, e por mais qualidade de vida.
O SINTETEL continuará pressionando a VIVO para agendar uma nova reunião com a maior brevidade possível.