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Descaso com o trabalhador passa a ser a marca registrada da TEL Bauru

O Sintetel foi informado que só na região de Bauru e Marília houve sete acidentes de trabalho, sendo quatro deles com problemas nas escadas.

Já faz algum tempo que o Sindicato vem denunciando que as escadas estão mal conservadas e velhas. Além disso, os carros estão em péssimas condições de uso. Existem veículos sem embreagem, sem freios e sem ao menos uma revisão correta. Tal situação poderá causar acidentes graves colocando a vida do trabalhador em risco. Será que o Sindicato terá que levar a TEL e a Telefônica ao Ministério Público para assinar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC)?

Quando questionadas, a gerência e chefia da TEL ficam mudas ou sem respostas e não resolvem os problemas.

Uma empresa que sempre preservou pela integridade de seus trabalhadores está abandonando tudo. Não fala mais com o Sindicato e quando fala não dá respostas e nem ao menos toma providências das ocorrências, por quê?

 

Metas para o PPR são inatingíveis
Todos os trabalhadores reclamam que a produção foi abaixo do esperado. A empresa alega que não foram atingidas as metas com a Telefônica. Metas estas que o trabalhador não teve acesso nos últimos três meses. Elas não foram colocadas no quadro de aviso como foi negociado com o Sindicato.

São metas que serão muito difíceis de atingir, pois necessitaria de manutenção na rede e de mais funcionários no escritório de serviço para diminuir as filas de espera. Por estes motivos e outros que as metas da Telefônica são inatingíveis não sendo responsabilidade direta do trabalhador. Propor metas inatingíveis é o mesmo que praticar estelionato. “Exigimos a solução dos problemas ou vamos nos mobilizar”, declara Jorge Luiz Xavier, diretor regional da subsede de Bauru.

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