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Trabalhadores vão às ruas combater MPs 664 e 665

O Sintetel se uniu à União Geral dos Trabalhadores (UGT) e participou de um grande ato em conjunto com as demais centrais sindicais, na segunda-feira 2 de março, para exigir a revogação das medidas provisórias (MPs) 664 e 665, que alteram as regras do benefício, abono salarial, seguro defeso, pensão por morte, auxílio-doença e auxílio-reclusão.

 A ação unitária, que aconteceu em várias regiões do país, reuniu trabalhadores e trabalhadoras de diversos setores profissionais. “O governo não pode fazer com que a classe trabalhadora pague por seus erros. Elegemos um grupo de políticos que nos apresentou uma proposta que tinha como foco não mexer em direitos trabalhistas ‘nem que a vaca tussa”, mas ela tossiu”, explica Ricardo Patah, presidente nacional da UGT.

 Em São Paulo, o ato aconteceu em frente ao prédio da superintendência do Ministério do Trabalho, na região central e, durante a manifestação, representantes das centrais entraram no prédio para uma reunião. 

Segundo estimativas cerca de 8 milhões de trabalhadores serão prejudicados com as MPs, por esse motivo, tanto a UGT quanto as demais centrais sindicais não aceitam qualquer tipo de alteração nas medidas, exigindo sim a revogação e extinção desses projetos que são prejudiciais a toda a população. “O Sintetel não poderia deixar de participar de atos que envolvem a defesa de direitos garantidos da classe trabalhadora”, declara Alcides Marin Salles, dirigente do Sintetel.

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