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Previdência faz alerta à saúde do trabalhador

* O Ministério da Previdência divulgou que de abril de 2007 a fevereiro de 2008 o registro de doenças ocupacionais cresceu 134%. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) exige que seja feita uma perícia periodicamente para identificar as moléstias incidentes do exercício do trabalho, independente de qual seja a profissão. A Previdência revela que o número cresceu também por causa do novo procedimento que adotaram. O que antes era considerado uma enfermidade comum, agora é classificado como doença ocupacional (causada pelo modo que o trabalhador desenvolve sua atividade). Os movimentos e posições executadas diariamente no trabalho podem prejudicar seriamente a saúde e, até mesmo, diminuir sua produtividade, interromper a carreira e desestabilizar a vida. As principais notificações são no sistema osteomuscular (ossos e músculos), inclusive as lesões por esforço repetitivo (LER). Muitas empresas preferem classificar as doenças como comuns para prevenir possíveis aborrecimentos. Isso porque o empregado que fica enfermo por causa do modo que executa sua atividade deve afastar-se temporariamente ou definitivamente do serviço, e a empresa fica obrigada a recolher o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O setor de Saúde Ocupacional do Ministério da Previdência alerta os trabalhadores e as empresas para que estimulem a cultura da educação física, aperfeiçoem os programas de prevenção e incentivem a participação nos eventos da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Fonte: Valor Econômico * Escrita por Luciana Marillac.

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