Segundo estudo da FGV, utilizando dados do Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), entre os anos de 2003 e 2008 cerca de 32 milhões de brasileiros passaram a integrar as classes A, B e C.
Outros 20,9 milhões de cidadãos deixaram de figurar nas classes D e E (as mais pobres). O número é ainda mais expressivo quando comparados os anos de 2007 e 2008, em que apenas 3,8 milhões de pessoas saíram da classe E.
Para apurar em qual classe social cada cidadão se encaixa, a FGV utiliza o parâmetro da renda domiciliar, que para os constituintes da classe A e B deve ser superior a R$4.807, para os da classe C entre R$1.115 e R$4.086, a classe D está entre os R$768 e R$1.114 e aqueles que têm renda inferior a R$768 e fazem parte da classe E.